LGBTQIAP+, saúde mental e Psicologia
- misiacarolyne
- 19 de abr. de 2022
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No dia 28 de junho de 1969 a comunidade gay de Nova Iorque, reagindo a violência policial constante, deu início a chamada rebelião de Stonewall que é considerada, por muitos, o início do movimento moderno pelos direitos LGBTQIA+.
Mais de 50 anos depois, a comunidade LGBTQIA+ ainda é alvo de violências diversas e hoje, em um contexto como o atual, é especialmente importante falar sobre isto.
Ian Meyer (2003), ao comentar sobre a saúde mental de minorias sexuais, já coloca que em função de fatores estressores como a discriminação, pessoas pertencentes a este grupo tendem a apresentar mais queixas relacionadas a saúde mental.
Pesquisas diversas como as de Liu et al. (2020) e Byrd (2015) corroboram com a Teoria do Estresse de Minorias ao concluírem que quando comparados àqueles que se autodenominam heterossexuais, as pessoas pertencentes a comunidade LGBTQIA+ reportam maiores níveis de ansiedade, depressão e estresse pós-traumático.
A luta continua e os profissionais da psicologia não podem ficar de fora dela. É preciso ACOLHER, INCLUIR e estar ciente da necessidade de uma prática ética, que NÃO REPRODUZA essa desigualdade que é histórica e política e NÃO REFLITA os discursos ódio que tendem a emergir de tempos em tempos.





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